oi! meu nome é daisy e aqui eu compartilho minhas aventuras literárias (e mais), com meus filhos francisco, de 6 anos, e vinícius, ainda bebê. seja bem-vindo! Leia mais



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20 jul 2016

em breve: A Família Regrada, de Anna Cruz

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Destaques, Novidades e Lançamentos

Conheci a Anna Cruz no mundo dos apaixonados por literatura infantil que trocam dicas e fotos e sugestões no instagram. Nos tornamos amigas assim, de longe (ela é de Belém; eu, de Curitiba), trocando dicas, uns desabafos,  muitas histórias. Na sua aconchegante “sobreria“, a Anna sempre tem alguma indicação especial, um “sobre” escolhido a dedo, respondendo a nossas inquietações e pedidos: livro infantil sobre mudanças? Tem sim senhor. Sobre catástrofes? Aqui ó. E livro sobre medos, tem? Opa, claro que tem!

Agora é a vez do livro dela! Calma, agora não, daqui a pouco, que tá no forno. É a primeira vez que acompanho o nascimento de um livro, e estou adorando acompanhar cada detalhe, mesmo de longe – inclusive, compartilhando com vocês um delicioso “teaser”, um continho curto só pra pra vocês terem um gostinho do que vem por aí. É um livro sobre família – pode ser a da Anna, mas é também a minha, a do vizinho ali do lado, a sua: mãe, pai, irmã, regras, perguntas e bagunças.

O livro sai em setembro pela editora Schoba, com os contos todos ilustrados pelos delicados traços da artista Amma. Quando sair, eu volto correndo mostrar e contar mais. Ai, a ansiedade! 🙂

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15 jul 2016

Tromba Tromba, de David McKee

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Destaques, Diversidade e Respeito, Novidades e Lançamentos, Para Refletir

David MacKee é um nome que olha, não devia ficar fora da biblioteca de ninguém. A verdade é que poucos autores conseguem tratar de assuntos tão importantes com a coragem e o humor desse britânico. Tromba-Tromba (Tusk Tusk, em inglês) é um de seus grandes clássicos, escrito em 1978 – e que chega agora no Brasil, publicado pela Pequena Zahar.

tromba tromba

A história, ao primeiro olhar, é muito simples: elefantes brancos e elefantes pretos que se dão muito mal e resolvem guerrear. A luta é só entre si – eles nem sabem porque não se gostam, mas não se gostam e pronto. Um dia, inicia-se uma batalha. Os elefantes que não estão dispostos a brigar se afastam; já os outros brigam, até, claro, se matarem.

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Por muitos e muitos anos não se vê mais elefante algum sobre a terra. Até que do fundo da selva, um belo dia, saem os netos daqueles elefantes pacíficos: elefantes cinzas! Esses sim se dão muito bem – se bem que ultimamente os de orelhas grandes e os de orelhas pequenas têm se olhado de um jeito meio estranho…

Um livro tão simples, tão leve (muito por conta das cores e traços quase cômicos de McKee) – mas que serve de impulso para as mais diversas e importantes discussões sobre preconceito, intolerância e violência. Atual e urgente!

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12 jul 2016

O Conto do Carpinteiro, de Iban Barrenetxea

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Destaques, Divertidos, Novidades e Lançamentos, Para dar risada

Aaah como é bom ganhar livro bonito de presente! Quando o Fran ganha um livro legal, me sinto presenteada também – e fico boba de feliz junto com ele. Esse aqui a gente ganhou no último aniversário (Francisco fez 6 anos no final de junho!) e adorou: que história mais maluca, incrível, redondinha! “O Conto do Carpinteiro” é de Iban Barrenetxea e foi lançado recentemente pela Companhia das Letrinhas

Era uma vez um carpinteiro, Firmín. Ele fabricava coisas tão perfeitas de madeira que ninguém acreditava – suas rodas giravam o mundo inteiro num só impulso, suas cadeiras faziam com que ninguém quisesse ofender seus próprios traseiros sentando em outras depois de experimentá-las, suas mesas não bambeavam jamais… era um carpinteiro caprichoso!

Um dia recebeu um recado inusitado: o glorioso Barão von Bombus havia perdido o braço direito em uma batalha, e precisava de outro urgente. A missão de Firmín então era fazer outro, perfeito – e não fez diferente: o braço ficou ainda melhor que o antigo, segundo o Barão. Não passou muito tempo, outra mensagem: nova batalhe, enorme calamidade, e dessa vez o Barão perde também o braço esquerdo! A história se desenrola nessa hilária repetição, já que o Barão, danado, vai perdendo membros de carne e osso e arranjando novos, de madeira, polidos, muito melhores que os originais.

O final é engraçado como todo o livro, cheio de ironia e humor. Livro absolutamente delicioso para se contar em voz alta, repleto de aventuras e surpresas – e ilustrações maravilhosas! 

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