oi! meu nome é daisy e aqui eu compartilho minhas aventuras literárias (e mais), com meus filhos francisco, de 7 anos, e vinícius, de 1 ano. seja bem-vindo! Leia mais



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26 jul 2016

Especial: Livros para Presentear Mamães e Recém-Nascidos

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Datas Especiais (Páscoa, Natal...), Destaques, Divertidos, Listas de Livros

Dia desses, arrumando a mala da maternidade do Vinícius (estamos entrando na semana 39 de gestação), tive uma ideia: fazer um especial sobre livros para presentear recém-nascidos e mamães que acabaram de ter bebê. Pois é! Quando a gente pensa num presente pra uma criança que acaba de chegar ao mundo, a gente pensa numa roupinha, algum brinquedinho…mas por que não um livro? Um livro que possa ser curtido naquele momento e em muitos outros no decorrer da vida dela, e de quebra, emocione e encante a mamãe também. Na listinha abaixo e lá no youtube, 6 livros infantis que abordam a temática maternidade-nascimento-descobertas, todos bonitos demais. 🙂

1. CORAÇÃO DE MÃE

Esse é um livro para emocionar e tocar qualquer coração de mãe – mas que também diverte e encanta os pequenos. Já passou por aqui antes, numa listinha que fiz no ano passado para o dia das mães, e quer saber? Segue sendo meu preferido da vida quando se trata do assunto “maternidade”. Reúne a sensibilidade da escritora portuguesa Isabel Minhós Martins e a alegria das ilustrações de Bernardo Carvalho em um livro delicioso que conta sobre o músculo maluco que é o coração de mãe: dança quando ouve gargalhadas dos filhos, parte-se em mil pedaços quando os vê tristes, vira um novelo embaralhado quando não os compreende. Tudo porque é ligado ao coração de cada filho por um fio fininho que só – e por isso, tudo que o filho sente, a mãe sente também. E como sente! Nossa edição é da editora portuguesa Planeta Tangerina, mas no Brasil o livro já saiu pelo selo Tordesilhinhas, da Editora Alaúde.

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2. QUANDO EU NASCI

“Quando Eu Nasci” é também escrito pela Isabel Minhós Martins, mas ilustrado pela Madalena Matoso – é outro livro delicado, cheio de carinho e descobertas. Narra, através dos olhos de uma criança pequenina, o descobrir e desvendar o mundo. Tudo começa já na barriga da mãe, mas é ao nascer que começam de fato as infinitas descobertas – as cores, cheiros, as texturas, barulhos, os primeiros passos. Cada dia algo completamente novo – que, vamos combinar, não acaba nunca! Outro livro lindo de se presentear um recém-nascido, um lindo recado de “boas-vindas”. Publicado por aqui também pelo selo Tordelhinhas, da Alaúde.

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3. ALGUM DIA

Outro livro bacana de presentear as mães – especialmente aquelas que acabaram de ter uma menina, já que é uma declaração de amor de uma mãe à sua filha. Diferente do “Coração de Mãe”, que emociona meio sem querer (e é especialmente bonito por isso), esse é carregado de emoção e até um bocadinho de drama, vai – mas é delicado. A mãe começa contando para a filha por tudo que já passaram, até a constatação: “você era meu bebê, agora é minha menina”. E segue narrando algumas das coisas pela qual a garota vai passar: “algum dia seus olhos se encherão de profunda alegria e brilharão; algum dia ficarei triste neste terraço vendo você acenar para mim até desaparecer”. Ao final, ela fala sobre o momento em que a filha terá sua própria filha – e então se lembrará da mãe. As ilustrações são leves, bonitinhas – e fazem um contraste bacana com o texto carregado de emoção. Publicado pela WMF Martins Fontes.

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4. NA BARRIGA DA MINHA MÃE

Esse livro foi um presente que ganhei e que, admito, me emocionou um bocado (pode culpar os hormônios da gravidez, pode!). Na história, a menina Antonia, também conhecida como Totó, conta de quando morava na barriga de sua mãe. Ela queria poder lembrar de tudo que passou lá dentro, da imensidão na qual nadou quando ainda era um feijãozinho, dos saltos em torno do cordão umbilical. Um livro cheio de imaginação e sensibilidade, parceria linda entre as amigas Júlia Rosemberg, que escreveu (a Totó é sua filha!) e Thais Stoklos, que ilustrou. Um presente bastante sensível para uma mãe que acabou de ter bebê e também para aquela que carrega o bebê na barriga – tão gostoso imaginar tudo que ele faz lá dentro! Publicado pela editora Equador.

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5. EL MENINO

Sabe o que mais AMO nesse livro? Do tom hilário com o qual ele conta uma história real, que aconteceu com a artista Isol, a autora, e com todas as mães do mundo: a chegada bombástica do recém-nascido em casa! O longo e demorado caminho pelo qual percorreu até chegar no mundo, a forma como se alimenta, os sons que emite, os que ouve, as reações, xixis e cocôs desse pequeno ser são tratadas com humor e também com ternura. O final é fofo demais: a gente descobre que o dia que o bebê se sente em casa mesmo é o dia em que se dá conta de que todo mundo já foi pequenininho, com ele. As ilustrações complementam o texto: enquanto vemos os grandes passeando, vemos suas versões bebês junto, grudadinhas a eles. Ainda sem edição no Brasil, trouxe nossa cópia de Buenos Aires – mas encontra-se fácil o livro em livrarias online, como a Amazon espanhola ou até a brasileira, mas na versão em inglês.

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6. MON TOUT PETIT

“Mon Tout Petit” é o xodó dessa lista, um dos livros mais bonitos e sensíveis que tratam sobre maternidade. Fala, basicamente, do amor de uma mãe por seu filho, do ciclo da vida – conforme vamos virando as páginas, vamos acompanhando o filho crescendo nos braços da mãe, até não mais caber ali, até o momento em que os papéis se invertem: de repente é a mãe nos braços do filho. Tudo acontece como numa dança, página a página, ilustração por ilustração. O final é triste, lindo, verdadeiro: um dia a vida vai separá-los. Publicado pela La Joie de Lire, o livro ainda não tem edição nacional. Nossa cópia comprei através da Fnac francesa, e chegou tão rápido que foi até um susto: em menos de 5 dias estava aqui!

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12 jul 2016

O Conto do Carpinteiro, de Iban Barrenetxea

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Destaques, Divertidos, Novidades e Lançamentos, Para dar risada

Aaah como é bom ganhar livro bonito de presente! Quando o Fran ganha um livro legal, me sinto presenteada também – e fico boba de feliz junto com ele. Esse aqui a gente ganhou no último aniversário (Francisco fez 6 anos no final de junho!) e adorou: que história mais maluca, incrível, redondinha! “O Conto do Carpinteiro” é de Iban Barrenetxea e foi lançado recentemente pela Companhia das Letrinhas

Era uma vez um carpinteiro, Firmín. Ele fabricava coisas tão perfeitas de madeira que ninguém acreditava – suas rodas giravam o mundo inteiro num só impulso, suas cadeiras faziam com que ninguém quisesse ofender seus próprios traseiros sentando em outras depois de experimentá-las, suas mesas não bambeavam jamais… era um carpinteiro caprichoso!

Um dia recebeu um recado inusitado: o glorioso Barão von Bombus havia perdido o braço direito em uma batalha, e precisava de outro urgente. A missão de Firmín então era fazer outro, perfeito – e não fez diferente: o braço ficou ainda melhor que o antigo, segundo o Barão. Não passou muito tempo, outra mensagem: nova batalhe, enorme calamidade, e dessa vez o Barão perde também o braço esquerdo! A história se desenrola nessa hilária repetição, já que o Barão, danado, vai perdendo membros de carne e osso e arranjando novos, de madeira, polidos, muito melhores que os originais.

O final é engraçado como todo o livro, cheio de ironia e humor. Livro absolutamente delicioso para se contar em voz alta, repleto de aventuras e surpresas – e ilustrações maravilhosas! 

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4 jul 2016

Nossos 10 livros preferidos entre os 30 melhores da Revista Crescer 2016!

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Destaques, Interativos e Livros-Brinquedo, Listas de Livros, Novidades e Lançamentos, Para dar risada, Para Refletir

Todo ano a Revista Crescer faz uma seleção muito legal com os melhores livros infantis do ano, para facilitar a vida dos pais na hora de escolher boa literatura para os pequenos. Eu adoro acompanhar, fico sempre de olho – e como sou muito da metida (e também a pedidos da minha amiga Michelle, lá do Vida Materna), fiz esse ano uma super seleção dentro da seleção. Pois é, me empolguei e escolhi dez dos nossos preferidos  (meus e do Francisco também!) da lista, para vocês conhecerem um pouco mais sobre cada um deles. E ah, não deixem de ver o vídeo, viu?

1. O REI, de Luiz Tatit e Renato Moricone

É um livro, mas é também uma música – na verdade, O Rei é uma música do Luiz Tatit, que ilustrada por Renato Moriconi, virou esse lindíssimo livro infantil. Lindo mesmo: na edição (adoro esses livros com formatos diferentes, fora do comum!), nos desenhos, na história do rei que sofre por nunca ser levado a sério até o dia que todos precisam dele. Quando as forças do mal invadem o país, é atrás dele que o povo corre. E ele surge, pacífico, de trás de sua montanha, e vem instaurar a paz. Uma história emocionante, deliciosa de se ler em voz alta, cheia de ritmo e música (literalmente, né?). Da Jujuba Editora.

“O REI”

2. UNIFORME, de Tino Freitas e Renato Moricone

Eu já falei desse livro em outra lista, quando escolhi, no final dos ano passado, os 10 melhores livros infantis publicados em 2015. A gente gosta demais, demais desse livro – primeiro porque ele é uma experiência super interativa, divertidíssima; segundo, porque tem uma mensagem poderosa! Nessa história curtinha, mas cheia de surpresas, conhecemos Clóvis, um rapaz meio camaleão, que gosta mesmo é de dançar conforme a música. Enquanto lemos a história, somos convidados a procurá-lo pelas páginas do livro, nas ilustrações do Renato Moricone. E Clóvis segue camaleônico, seguindo a maré, até um dia que de tanto seguir os outros, ele percebe melhor mesmo é…seguir seu coração. O livro, que é todo em preto e branco, esconde uma feliz surpresa no final – o Francisco sempre abre a última página com um “uaaau!” e eu simplesmente AMO isso! Publicado pela Edições de Janeiro.

“UNIFORME”

3. DOIS PASSARINHOS, de Dipacho

Outro livro divertido que trata de um assunto importante e bastante atual – e que olha, rende um bom papo! Nesse livro-imagem a gente acompanha dois pássaros que vivem muito bem cada um em seu galho, cada um de um lado de uma árvore. Até o dia que um sai e volta com alguma coisa…um abajur, no caso. O outro também sai e volta com uma TV. Aí aquele primeiro traz mais uma coisinha: um livro. O outro, imagine só se não, sai de novo e volta com uma privada! É tanto cacareco que logo os dois viraram verdadeiros acumuladores, numa hilária competição. No final, seus galhos pesam tanto, mas tanto, que desabam no chão. E terminam os dois, adivinha? Sem nem ter onde morar! Livrinho precioso do artista colombiano Dipacho, publicado no Brasil pela Pulo do Gato.

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“DOIS PASSARINHOS”

4. ANTES DEPOIS, de Anne-Margot Ramstein e Matthias Aregui

Outro livro-imagem surpreendente é esse aqui. Livro grosso, grandão, repleto de ilustrações, brinca com uma ideia muito básica: do lado esquerdo, o antes; do direito, o depois. Não há palavra alguma, mas a narrativa está ali, muito clara, muito elaborada – e isso é lindo demais! Alguns “antes e depois” são previsíveis, como um botão e em seguida uma flor, ou uma lagarta e uma borboleta. Mas outros são tão engenhosos que levam a imaginação longe, muito longe: um estilingue e uma janela com o vidro quebrado; um cavalinho de madeira na luz do dia, em seguida uma cadeira de balanço no anoitecer. As histórias em torno deles ficam por nossa conta! Nossa edição é da Candlewick Press, mas no Brasil o livro saiu pelo selo Livros da Raposa Vermelha, da WMF Martins Fontes.

“ANTES DEPOIS”

5. A RAINHA DAS RÃS NÃO PODE MOLHAR OS PÉS, de Davide Cali e Marco Somà

Essa é uma daquelas histórias que tanto gosto: redondinha, com início genial e um final bastante surpreendente. Conta a história de uma rã que um dia, em um mergulho no lago, encontra uma coroa. Curiosa, coloca a coroa na cabeça, e naquele mesmo momento, vira a grande Rainha das Rãs. Nesse instante, tudo muda – a rainha consegue conselheiros, que claro, têm também seus privilégios e de repente todas as rãs, que viviam muito bem e tranquilas, têm que viver em função da nova rainha (que nem sabe qual sua função, já que o lago nunca teve uma). Uma hora esse poder começa a ser questionado, e num mergulho coletivo, na vez da Rainha, ela volta…sem coroa. E aí, ah, aí as coisas mudam. História fascinante, ilustrações sensacionais (de Marco Somá) e uma importantíssima reflexão sobre autoridade e poder. Da Pulo do Gato.

“A RAINHA DAS RÃS NÃO PODE MOLHAR OS PÉS”

6. LÁ E AQUI, de Carolina Moreyra e Odilon Moraes

Falei desse livro dia desses lá no instagram, quando me pediram dicas de literatura infantil que abordasse o tema “separação” – foi o primeiro que lembrei, porque é um dos livros mais delicados e bonitos que conheço sobre o tema. Nele, um garoto conta como era sua vida – a casa, o jardim, tudo antes da separação dos pais. Até o dia que tudo muda. Com um texto poético, através das metáforas mais bonitas, ele fala da dor e da sensação de desamparo diante da nova situação. É triste, fato, mas tocante, importante demais – e o final é puro aconchego, segurança. O lar agora são dois, mas o garoto sabe que está sempre em casa, onde quer que esteja. As aquarelas de Odilon Moraes são lindas demais – um livro pequenininho, delicado em tudo. Publicado pela Pequena Zahar.

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“Lá e Aqui”

7. ESSE LIVRO COMEU O MEU CÃO!, de Richard Byrne

Esse é um livro para rir, rir muito – e bem legal de curtir com as crianças pequeninhas, a partir de 1, 2 anos! Tudo começa com um passeio: Bella e seu cão caminham pela página quando de repente…ele desaparece, na dobra entre as páginas. Ela não entende nada do que acontece, claro, e pede ajuda – mas aí, todo mundo acaba sumindo nessa dobra misteriosa. É aí que o leitor recebe um recado: que ele vire o livro na vertical e chacoalhe, chacoalhe, chacoalhe…até que todos os personagens caiam dali. Sabe livro pra brincar, mas brincar mesmo? Ler no chão, fazendo teatro, bagunça e barulho – para ouvir muitas risadas e pedidos do tipo “lê de novo?”. Da Panda Books.

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“Este Livro Comeu O Meu Cão!”

8. A REVOLTA DOS GIZES DE CERA, de Drew Daywalt e Oliver Jeffers

Outro livro pra rir muito, daqueles tão criativos que você fica se perguntando da onde o autor tirou uma ideia tão legal! Um dia, Diego vai pegar sua caixinha de gizes de cera e encontra um bolo de cartas. São os próprios, os gizes de cera, se queixando da dura vida que levam: o giz vermelho não aguenta trabalha tanto: dia dos namorados, ele pinta corações; Natal, ele pinta Papai Noel – não é fácil ter que trabalhar até nos feriados! O preto não aguenta mais ser contorno; o cinza também cansou de pintar coisas grandes, o branco é muito pouco usado e acha isso um desaforo! Cada giz de cera tem sua razão pra chorar. As ilustrações do Oliver Jeffers são o grande charme do livro, as cartas escritas à mão, os desenhos infantis como se fossem do próprio Diego. No Brasil a publicação é da Salamandra.

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“A REVOLTA DOS GIZES DE CERA”

9. SELVAGEM, de Emily Hughes

A menina da nossa história não tem nome, ela é uma selvagem. Ninguém sabe como ela foi parar na floresta, mas cresceu ali – aprendeu a falar com as aves, a comer com os ursos, brincar com as raposas. E vivia bem assim, era feliz! Até o dia que humanos a encontram, e ela é levada até a civilização. Não é fácil para ela, não é fácil para o casal que a acolhe, já que tudo é muito errado, para ambos os lados. É demais acompanhar o texto curto e mergulhar nas ilustrações, tão detalhadas, tão maravilhosas de Emily Hughes. Tem humor, tem aventura, tem tudo ali – e tem uma edição impecável, linda demais, da Pequena Zahar. Preciso dizer que é um dos nossos xodós?

“SELVAGEM”

10. ÔNIBUS, de Marianne Dubuc

Esse é um livro que o Francisco gosta muito! Parte de uma ideia simples, mas cheia de significado: a mãe leva a menina até o ponto de ônibus para sua primeira viagem sozinha. O desenrolar da história é justamente sua primeira viagem, e tudo que acontece nela. Os outros passageiros são (com exceção de um coleguinha) todos bichos, e ela vai observando o que cada um faz, o que acontece. Divide biscoitos, observa um quase-roubo, vê muita coisa acontecer – e a gente vai vendo junto, antecipando acontecimentos, observando vestígios de outros. Tem uma parte que o ônibus entra em um túnel, e fica tudo escuro – essa é a hora que o Francisco mais curte da leitura, aguarda ansioso por essa página. Gosto tanto disso! No final, ela chega até sua vovó, que a espera no ponto de ônibus – cheia de histórias pra contar! Da Jujuba Editora.

“ÔNIBUS”

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Vale dizer: a lista de livros da Crescer tem o ano de 2016 porque esse é o ano da edição da revista, mas os livros foram publicados, em sua maioria, em 2015 – ou até antes. Outros da lista já saíram em seleções aqui do blog, como n’Os Melhores de 2015 e outras mais. 😉

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