oi! meu nome é daisy e aqui eu compartilho minhas aventuras literárias (e mais), com meus filhos francisco, de 7 anos, e vinícius, de 1 ano. seja bem-vindo! Leia mais



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15 dez 2014

blog novo – de novo!

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E mais!

Ufa, agora sim, venho aqui justificar minha longa ausência: o blog mudou. Os Livros de Francisco agora é A Cigarra e A Formiga, minha gente. Sejam bem-vindos!

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Explico: eu fiz Os Livros de Francisco para falar sobre os livros que eu lia com ele, basicamente. Mas aí a coisa foi crescendo. Comecei a falar sobre outras coisas do universo infantil, de atividades, brinquedos, discos, viagens e além – e pretendo continuar falando sobre tudo isso. Achei que convinha mudar o nome – além do mais, cá entre nós: não aguentava mais confundirem os livros com os filhos de Francisco, aquele do Zezé di Camargo e Luciano. Pois é.

Então escolhi A Cigarra e A Formiga por ser uma das minhas fábulas preferidas. E ficou essa lindeza toda, irresistível. Tá mais fácil de pesquisar pelos livros e também por tudo mais, tá mais interativo e mais divertido. Aliás, pode navegar por aí e me contar o que achou. E boa leitura!

***

Eu até tentei mudar o nome da antiga página no Facebook, mas não deu. Fiz uma página nova então: corre lá curtir A Cigarra e A Formiga no Facebook pra ficar por dentro das atualizações. O instagram deu certo, consegui mudar – se você já seguia o @oslivrosdefrancisco, agora virou @acigarraeaformiga. Se não, aproveita pra seguir já! 🙂


26 set 2014

Biblioteca Pública do Paraná para os pequenos

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E mais!

Ai a vergonha, mas eu nunca, nunca tinha levado o Francisco à biblioteca pública. Já tinha ensaiado algumas vezes – mas eu tava devendo essa visita a ele e a mim, que para ser sincera, eram mais de dez anos que eu não colocava os pés lá. Minha carteirinha já há muito havia desaparecido e parece que meu cadastro também. Aproveitei e já fiz um novo, bonitinho – é só levar documento de identidade e comprovante de residência, mais 2 reais e cinquenta centavos e pronto. Em uma semana a carteirinha nova está pronta. A do Francisco que vai ter que ficar pro ano que vem – para os pequenos é só a partir dos 5 anos de idade.

(a seção infantil da biblioteca, está pronta pra primavera)

(a seção infantil da biblioteca, está pronta pra primavera)

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(espaço cheio de cor para ler e brincar)

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(mas não adianta, bom mesmo é deitar e ler no chão – né não, francisco?)

Nossa visita à biblioteca foi em um dia da semana mesmo, na semana passada – um dia frio e chuvoso, daqueles que combinam com horas de leitura. Foi bem tranquilo – éramos os únicos na seção infantil, além dos funcionários. Deu pra deitar e rolar no chão, folhear e conhecer diversos livros e de quebra ainda aprender xadrez. Pode? É que a gente chegou lá e deu de cara com uma sala linda, cheia de mesinhas e tabuleiros de xadrez. O Francisco ficou todo curioso pra saber como era, como jogava, quais os nomes das peças – mas quem disse que a mamãe aqui sabia? Pois é. Aí fui solicitar ajuda a um dos funcionários e foi o Jonathan, garoto muito prestativo e cheio de paciência, quem ensinou mãe e filho a jogar xadrez. Foi divertido!

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(dia cinza combina com leitura e xadrez)

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(francisco aprendendo com o jonathan a jogar xadrez – e eu aprendendo junto, de carona)

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(rá! quem vê pensa!)

Pretendo voltar, e logo – pra emprestar livros, pra conhecer coisa nova, pra arriscar mais um xadrez com o Francisco e também para as contações, que acontecem todos os dias, em dois horários diferentes: às 11 e às 15 horas. Nos sábados elas acontecem às 11 da manhã – mas a programação varia, é sempre bom consultar o site antes de ir ou dar uma ligada lá (tel: 3221-4917). Volta e meia acontecem atividades especiais para as crianças – uma boa opção para as férias, que oi, socorro, mas já estão aí. Pra finalizar a visita à biblioteca, eu sugiro fortemente que façam como a gente: atravessar a rua e pedir um pastel na Pastelaria Brasileira, que essa foi a cereja do bolo da nossa visita. Eu curto muito o mix de carne, que é gigantão e delicioso, vale por duas refeições. Já o Francisco, que é um cara mais moderado, curte o pastel de queijo. Pode ir com fé que é o melhor da cidade! 🙂


29 ago 2014

Bienal do Livro 2014 – minha breve visita

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E mais!

Foi em cima da hora, mas eu decidi voar até São Paulo e ir até a Bienal do Livro. A data escolhi baseada na programação da feira: 28 de agosto, ontem, uma quinta-feira, dia no qual ninguém menos que Eva Furnari, Pedro Bandeira e Ziraldo estariam lá no bate-papo “Primeiras Leituras Para Todas as Idades”. Cheguei cedo, porque como eu imaginava (e tinha lido por aí), a fila era grande. Aliás, essa foi uma coisa boa: até tinha pensado em viajar com o Francisco e ir com ele à feira. Ele anda todo metido me cobrando se eu viajo sem ele: “vai pra São Paulo? mas eu não ia junto?” – e eu tinha mesmo pensado nisso, porque a programação infantil era tão vasta que achei que ele podia mesmo se divertir.

Mas aí vi tanta gente comentando por aí sobre o caos da feira, “não leve crianças!”, que eu deixei ele com os avós. E foi a escolha certa – a programação pode estar sendo de fato muito bacana, e está. Mas é gente demais, é fila demais e sim, é uma bagunça enorme. A criançada que estava em grupos escolares (e eram dezenas!) parecia bem feliz, mas eu levando o Francisco sei bem que só passaria raiva. Até porque a intenção era visitar as editoras, fazer contatos, ver novidades e assistir aos bate-papos – passei um dia inteiro lá, coisa que seria impossível com ele.

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#partiubienal

E quanta gente! É até engraçado: você vai andando pela feira e sendo abordado por aquele “moça, você é professora ou visitante?”, “moça, você tem um minutinho?” – não tinha, porque eu sei bem que a intenção ali é vender assinatura de revista e outras coisas, uma chatice danada. Também tentei passar longe das editoras gigantescas – não por nada, porque não dava, simplesmente. Algumas estavam até fechadas, controlando já a entrada de gente: então era fila para entrar, muvuca para ver os livros, mais uma fila gigantesca para pagar. Uma pena, porque eram todos os livros com descontos bons demais.

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criançada se divertindo com os livros

 

Mas deu sim para passear bastante e conhecer muita coisa nova que me fez sair de lá entusiasmada – entre elas muitas editoras que eu ainda não conhecia (são tantas legais!) e projeto bacanas e diferentes como o Elefante Letrado, uma biblioteca online interativa de livros, que fiquei curiosa demais para conhecer. E sim, teve o bate-papo com os grandes: como disse o próprio moderador, João Luís Ceccantini, fomos todos sorteados na mega-sena da bienal: ele como moderador, nós como espectadores. Era 160 senhas disponíveis e uma fila que passava disso, de longe. Ficou muita gente de fora, colada à janela. Mas valeu a espera na fila, porque a conversa foi divertida demais.

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os grandes: pedro bandeira, eva furnari e ziraldo

Ri do início ao fim com o Ziraldo: “que bom que vocês vieram, eu sempre acho que não vai ter ninguém nesse bate-papo, fico preocupadíssimo”. Eva Furnari e Pedro Bandeira completaram o papo que foi muito além das primeiras leituras: era processo criativo, a importância do escritor na educação, a imagem e o texto,  histórias divertidas de livros que fizeram parte da minha infância e já começam a fazer parte da do Francisco. Saí da Bienal feliz da vida; valeu demais a visita rápida a São Paulo.