O Urso Pulguento + O Livro Errado

Rá, falei mês passado do Nick Bland aqui. A gente tinha recebido da Brinque-Book o livro O Urso Rabugento – aí essa semana chegaram livros novos e o Francisco abriu o pacote todo empolgado. Deu de cara com o mesmo urso em outra história: O Urso Pulguento. Achei engraçado que na mesma hora ele reconheceu: “olha, o urso rabugento!” – era ele mesmo, mas dessa vez numa enrascada diferente: tentando se livrar de uma danada de uma pulga.

urso1

O livro é divertido porque é diferente: no decorrer dele todo, é um pula pra cá e pula pra lá de um urso desesperado (pobre coitado) tentando se livrar de uma pulga que na verdade, só queria mesmo era dar um oi (é o que ela diz). Não há historinha nem nada (como o livro anterior do urso), mas o jeito de narrar a história, acompanhando a correria ali ilustrada, é que faz a diferença. A verdade é que aqui em casa esse não fez tanto sucesso como o outro livro do Nick Bland que veio junto: O Livro Errado.

livro1

Eeeeesse sim! Só o nome já deixou o Francisco curioso: “o livro errado? mas o que tem no livro errado?” – e puxa, que livro divertido! Começa assim: o menino Nicolas Icle tenta contar uma história que não sai de jeito nenhum – é que a cada tentativa dele, algum personagem que não foi convidado para estar no livro aparece. Então é elefante, monstro, pirata, uma invasão de figuras clássicas de histórias infantis que não dão chance nenhuma ao pequeno Nicolas.

livro2

O livro fez tanto sucesso aqui em casa que o Francisco carregou para cima e para baixo – ele costuma fazer isso quando gosta demais de um livro ou brinquedo. Até na escola teve leitura dele, ele fez questão de pedir à professora. Agora preciso me redimir de uma coisa: ele também riu demais dessa com o Ler e Ouvir – lembra que contei pra vocês do projeto? É escanear o código QR que aparece na abertura do livro que pronto, surge uma narração. Aí eu disse que lia com mais entusiasmo que a narradora (e olha, ainda acho que leio, táhn?) – mas parece que o Francisco não acha isso. Me pediu diversas vezes para colocar o som para acompanhar a história sozinho (ou melhor, com a narradora, não a mamãe aqui). Vira a página a cada “plim”, todo dono de si, e se diverte com a barulhada que faz cada personagem. Vale mostrar pra criançada!

Vamos conversar?