oi! meu nome é daisy e aqui eu compartilho minhas aventuras literárias (e mais), com meus filhos francisco, de 6 anos, e vinícius, ainda bebê. seja bem-vindo! Leia mais



16 abr 2014

especial viagem à disney – dia 7 (e último!), universal studios

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O nosso último dia de viagem amanheceu chuvoso. A chuva que tinha começado na noite anterior, no meio dos fogos de artifício do Magic Kingdom, não parou mais. O plano era ficar no hotel, descansar – mas a verdade é que havia ainda dois parques fora do complexo Disney que eu ainda gostaria de levar o Francisco: o Universal Studios ou o Legoland, parque novo. A ideia era deixar ambos pra uma próxima vez, mas com aquele dia livre e a culpa de estar em plena Florida sem estar visitando parque algum, decidimos visitar um deles.

francisco e vovô na chuva, no universal studios

francisco e vovô na chuva, no universal studios

A dúvida era qual parque, afinal? E foi o Francisco quem escolheu – eu perguntei para ele “filho, me diz uma coisa: você gosta mais de super heróis ou de lego?”. Ele escolheu super heróis, para minha felicidade (que também prefiro, com licença) e partimos para o Universal.

Chegamos tarde, tarde mesmo – já passava das 14 horas quando finalmente entramos no parque. Uma tristeza, porque já digo uma coisa: apesar da chuva e do frio, foi o parque que o Francisco mais curtiu, sem dúvida alguma. E fechou às 20 horas – foi um susto quando continuamos tentando entrar nos brinquedos e estava tudo fechando – mais uma vez, minha falta de organização. Da próxima vez vale ver isso com antecedência – horário em que abrem e fecham os parques, quando abrem a fecham. E nos parques que fecham cedo, ir cedo – chegar às 14 e sair às 20 foi difícil, ficou metade do parque sem ser visto.

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francisco pronto pra virar um minion 🙂

Assim: na verdade são dois os parques, o Universal mesmo e o Islands of Adventure, que é junto. São juntos, mas são separados: os tickets são separados, são duas entradas distintas. Mas dá para comprar o ‘kit’ com os dois parques, e vale a pena. Os dois têm coisas muito divertidas e muito diferentes.

Começamos pela Universal: logo na entrada já estão dois brinquedos que os pequenos piram. O Despicable Me Minion Mayhem, um 3D cheio de ação e aventura (pelo Francisco ser pequenininho, tivemos que ficar numa parte especial, na qual o carrinho não mexia – mas ainda assim deu frio na barriga e tudo, é muito bem feito) e o Shrek 4D, mais um em 3D também repleto de bagunça. Nesse a cadeira mexe, pula, salta, vem água, vento, tudo que se tem direito. Divertido demais. Saímos de lá e ainda fomos num clássico: o E.T. Adventure, brinquedo no qual pedalamos em uma bicicleta através da aventura do E.T. – outro lá da minha época. Achei que o Francisco não ia dar muita bola, mas nada: amou! Ficamos nas primeiras bicicletas, então a impressão que se tinha é que pedalávamos mesmo o grupo todo – rapazinho ficou entusiasmado!

george, o curioso, está lá na universal também

george, o curioso, está lá na universal também

Ah, vale saber: na Universal não tem FastPass, mas por um preço x (que varia, parece que o nosso foi 79 dólares) por pessoa – caro pra caramba – você compra o Express Pass, e pode furar fila de absolutamente qualquer brinquedo, a qualquer hora. Pros dias de calor em que está tudo cheio e as filas passam de 1 hora, vale o investimento sim. Dá pra aproveitar bastante. A gente comprou meio de bobo: nos primeiros brinquedos havia fila, então nos apavoramos e compramos. Mas foi só passar o Shrek e o Minion e pronto, estava tudo vazio. Ou seja, foi dinheiro jogado fora. Vale ficar atento e não se apavorar logo no começo: veja se as filas estão grandes mesmo em ambos os parques antes de partir por Express.

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Kang & Kodos’ Twirl ‘n’ Hurl – a gente passeia por uma pequena nave, é divertido para os pequenos!

Pois bem, depois do E.T. fomos à outra parte bacana do Universal, especialmente para as crianças bem pequenas: o Woody Woodpecker Ride, a montanha russa do Pica-Pau, e a parte do Curious George. Essa parte é pros pequenos mesmo, mas o Francisco amou. Ele curte o George Curioso, e ficou feliz em entrar no mundo dele. Tem uma parte meio playground com muitas bolinhas, aspiradores e atiradores de bolinhas que parece bem sem graça à primeira vista – mas que nada, Francisco ficou um bom tempo brincando ali.

em todos os brinquedos era assim: pobre mamãe ficava abandonada em um carrinho, francisco e vovô faziam a maior bagunça em outro.

em todos os brinquedos era assim: pobre mamãe ficava abandonada em um carrinho, francisco e vovô faziam a maior bagunça em outro.

Nossa última parada na Universal foi a parte dos Simpsons, quase uma Springfield de verdade. Francisco não teve altura para ir no brinquedo principal, o The Simpsons Ride, mas se divertiu demais  no Kang & Kodos’ Twirl ‘n’ Hurl, brinquedo daqueles alienígenas dos Simpsons. Eu não imaginei que ele fosse ficar tão entusiasmado em plena Springfield, mas ficou – e eu nem preciso dizer que eu também, né? Uma emoção só comer um Krusty Burguer de verdade ou tomar uma Duff na taberna no Moe – virei criança mesmo.

krusty burguer!

krusty burguer!

Terminamos assim nosso passeio Univrsal – e corremos para o Islands of Adventure. Já entrei com mapa na mão e brinquedo decidido – o Flight of The Hippogriff, atração do mundo do Harry Potter que o Francisco poderia entrar pela altura. Mas no caminho encontramos um sonho: o mundo do Dr. Seuss. Dezenas de brinquedos inspirados nos livros do Dr. Seuss, de encher os olhos de lágrimas, juro. O Francisco amou passear nos peixes voadores do Ine Fish, Two Fish, Blue Fish, Red Fish, fez a maior bagunça no carrossel do Lorax e curtiu demais entrar no mundo do The Cat in the Hat, nosso Gatola da Cartola. Mas foi aí, no meio da nossa bagunça nessa parte do parque, que ele fechou – e a gente teve que sair sem nem conhecer o resto. Nem Harry Potter, nem Homem Aranha, nem Incrível Hulk.

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‘quem disse que eu não tenho altura para os brinquedos, mãe? olha só!’

Mas no final das contas foi engraçado, foi como se a Disney se despedisse da gente. Como saímos com o parque fechando, todos os funcionários estavam em fila dando tchau para as crianças, dezenas de pessoas. O Francisco passou todo orgulhoso por eles, dando tchau também e dizendo “bye, bye, thank you”. Estava de despedindo mesmo. Fiquei arrependida por ter ido tão tarde em um parque tão legal – não imaginei que a Universal fosse tão divertida para uma criança de 3 anos, mas é, é imperdível. Mas fiquei feliz por ter ido, mesmo com chuva. Pretendo voltar, com certeza – e logo. E dessa vez, com tudo mais planejado, organizado, estruturado. Não tem outro jeito, pra aproveitar de tudo mesmo, só assim.

junk food é apelido :(

junk food é apelido 🙁

No nosso último dia voltamos cedo e deitamos logo – no dia seguinte embarcaríamos às 6 e meia da manhã. Às 4 tínhamos que estar acordados – e deu tudo certo. A volta foi tranquila, naquela vôo direto Curitiba – Miami, que nesse caso, na volta, foi excelente. Nada como chegar direto em casa mesmo, sem parar antes em Guarulhos. Chegamos às 9 da noite aqui, felizes da vida com a viagem.

Meu pai sempre diz que quer que o Francisco lembre dele como um amigão, seu parceiro – não tem como isso não acontecer, depois do carinho que eu vi que esses dois têm um pelo outro. A Disney foi a viagem do vovô e do neto, a viagem desses dois amigos. Inesquecível.


14 abr 2014

especial viagem à disney – dia 6, magic kingdom mais uma vez

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De todo o complexo Disney, o Magic Kingdom é sem dúvida o parque mais divertido para as crianças pequenas – é o que mais tem atrações para elas e também o mais lúdico de todos. Todos os contos de fadas estão lá, as princesas, o castelo, os piratas, o circo, entre muitas outras coisas. Mas o Magic Kingdom é também o principal e maior parque de todos – e por isso, com uma criança de três anos, quase impossível fazer em um dia só.

Como havíamos comprado 4 dias de parques, o que fizemos foi tirar o Epcot da lista e repetir o Magic Kigdom – coisa que valeu a pena, muito. Fomos nessa segunda vez também com os FastPass escolhidos anteriormente, e fizemos assim: fomos bem tarde para poder ficar sem cansaço até o show final de fogos, às 22 horas. Então nesse dia acordamos tarde, sem despertador – é bom fazer isso no meio da viagem, dá um alívio por um dia não ter que sair correndo (e eu tenho problemas pra acordar cedo, então sempre saio). Levantamos, tomamos café no hotel sem pressa e fomos até o shopping – nada de compras, eu só queria ir à MAC, que não tinha no outlet. Aproveitamos e passeamos um pouco por lá e partimos ao Magic Kigdom perto das 17 horas, de carro, dessa vez.

francisco curtindo a vista do monorail

francisco curtindo a vista do monorail

Não tem como parar perto da entrada do Magic Kingdom se for de carro, não adianta. Por isso, pra quem está hospedado em um dos hotéis da Disney, é melhor andar por ali com os ônibus dos parques mesmo. Mas fomos de carro porque já estávamos na rua – então paramos no estacionamento, pegamos um trenzinho e depois o monorail, esse último que finalmente nos levou ao parque.

No primeiro dia de Magic Kingdom, havíamos começado no sentido anti-horário (é melhor quando se vai cedo, porque quase todo mundo começa o passeio pelo sentido horário – então assim os brinquedos estão geralmente mais vazios), iniciando pela Tomorrowland. Dessa vez, fizemos o contrário, iniciando pela Advetureland, do lado esquerdo.

francisco e vovô na adventureland

francisco e vovô na adventureland

Nosso primeiro FastPass era para as 18:30, e chegamos na lata. Era o Jungle Cruise, atração muito parecida com o Kilimanjaro Safaris do Animal Kingdom, no qual havíamos ido no dia anterior, mas com bichos de brincadeira. É divertido, tem uma certa ação, os pequenos curtem. Em seguida, ainda no Adventureland, o Pirates of the Caribbean, um clássico, outro que me lembro da época em que era pequena. É só um passeio por entre os piratas, sem muita emoção, mas é engraçado. Depois de lá, nosso próximo FastPass era o dos fogos de artifício: ele nos garantia a chance de assistir ao show de dentro do Rose Garden, um gramado próximo ao castelo, com uma vista tranquila e algum espaço – porque olha, perto das 19 horas o pessoal já começa a se aglomerar à espera dos espetáculos.

dumbo the flying elephant à noite, tão bonito!

dumbo the flying elephant no entardecer, tão bonito!

Então usamos nosso tempo para ir aos brinquedos que ainda não tínhamos ido e repetir outros, todos na Fantasyland. Fomos naqueles não tão disputados, que o pessoal nem faz fila – pelo menos nesse dia, já no final da tarde, foi muito tranquilo. O Dumbo The Flying Elephant, no qual a gente voa dentro de um elefantinho (Francisco AMOU), o Mad Tea Party, aquelas xícaras que giram enlouquecidamente (comi um cachorro-quente antes desse brinquedo, pior erro da vida – nem queiram saber o resultado) e voltamos à Barnstormer, aquela montanha russa do Pateta, ideal para os pequeninos.

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o show de fogos pra finalizar nosso rolê disney

Quando demos conta já era hora do espetáculo e dos fogos. Munidos de pipoca, amendoins e outras bobagens mil, sentamos em nosso pedaço reservado do jardim (altamente recomendado, nossa vista foi sensacional!) e vimos o show de fogos admirados. Minha parte preferida foi a Sininho de verdade voando do castelo até algum canto secreto, levei um susto danado e achei a coisa mais linda. Tava tudo maravilhoso até uma tempestade que caiu na nossa cabeça no MEIO do show, mas sinceramente, até isso foi divertido. Em nenhum dia havíamos pegado chuva, só calor – foi um susto. Aquela correria louca e pronto: saiu todo mundo do parque absolutamente ensopado, mas nem por isso menos feliz.

pizza na cama! na disney pode, né mãe?

pizza na cama! na disney pode, né mãe?

Já passavam das 23 horas quando chegamos ao hotel. Só deu tempo de comprar uma pizza rápida para o pequeno na lanchonete que já fechava, tomar um banho e não teve jeito, o jantar foi na cama mesmo. O dia seguinte seria o último, e o plano era descanso. Não foi bem o que aconteceu – mas a última parte da viagem eu conto ainda essa semana, prometo. 😉


10 abr 2014

especial viagem à disney – dia 5, animal kingdom

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Afe, eu queria ter atualizado em tempo real o blog, atualizando todo dia, mas não foi possível por motivos de cansaço extremo. Gente, como cansa, a Disney cansa! Eu não lembrava disso, então acho que estou mesmo ficando velha e muito pouco disposta, mas a verdade é cada noite era encostar na cama e ploft, dormia. Não dava pra pensar, ler, muito menos escrever. Pois bem, mas vamos ao diário com certo atraso mesmo: o quinto dia de viagem foi um dia bem esperado, o dia do Animal Kingdom, o parque dos animais da Disney. Depois do Magic Kigdom, é o parque mais legal para os pequenos, especialmente aqueles que curtem bichos – o Francisco curte mesmo, enlouqueceu quando o levei para o zoológico aqui em Curitiba e volta e meia me pergunta sobre girafas, rinocerontes e afins. Eu não podia deixar de levá-lo lá.

Foi outro parque que planejamos com alguma antecedência: no mesmo dia em que escolhi os FastPass do Hollywood Studios junto ao concierge do hotel, também escolhi do Animal Kingdom e da segunda visita que fizemos ao Magic Kindgom, no sexto dia de viagem (post amanhã!). Então escolhemos juntos os brinquedos que o Francisco curtiria (e poderia entrar com seus 99 centímetros), tudo devidamente organizado por horários e tal. Gente, vou dizer, a Disney é de quem se organiza: especialmente com crianças pequenas, é muito mais fácil se planejar antes. Não hesite em buscar mapa com antecedência, escolher as atrações (dá pra fazer tudo online), levar o carrinho (sério, até para crianças de 5-6 anos, melhor levar mesmo, sem vergonha), planejar as paradas e até as refeições (levar lanchinhos e água, essencial). Eu me planejei muito pouco e me arrependo disso – o pouco que deu pra planejar antes já me foi de grande ajuda.

francisco e vovô no café da manhã do Tuster House, restaurante dentro do Animal Kingdom, com a presença ilustre de Mickey Mouse versão safari :)

café da manhã no tusker house, dentro do animal kingdom, com a presença ilustre de mickey mouse versão safari 🙂

Dessa vez fomos de carro até o parque, que era bem perto do hotel, dentro do mesmo complexo, inclusive. Primeira parada, café da manhã no Tusker House, já dentro do parque, com a presença ilustre de vários personagens, inclusive aquele, o mais esperado, o idolatrado, o próprio: Mickey Mouse. Foi uma festa só. Dessa vez nem birra o Francisco fez, ficou feliz demais em encontrar os personagens todos vestidos de safari e de comer um café da manhã sem igual – pode ir que eu garanto. É buffett, daqueles sem noção mesmo – vale por cinco refeições, mas vale. Delicioso. Nossa reserva era para as 9 e meia da manhã, mas nos atrasamos um bocado – como é dentro do parque e na parte mais longe dele, é uma bela caminhada até lá. Mas deu tudo certo, não perdemos nossa reserva (eles cobram 10 dólares por pessoa ausente no cartão de crédito usado, a coisa é séria) e começamos o dia animados.

não resisti em tirar foto com minha xará, a Daisy Duck. ela também estava no Tusker House.

não resisti em tirar foto com minha xará, a daisy duck! 🙂

Depois do super café, partimos para a nossa primeira parada munidos de FastPass (que nem precisou, quase não tinha fila e salvamos o crédito): Finding Nemo, um musical. Ainda bem que era um musical, assistimos a ele sentadinhos e felizes, tão empanturrados estávamos. E que musical bonito! Esse vale, sem dúvida. As cores, os bonecos são absolutamente impressionantes. Francisco adorou. Depois de lá fomos para o It’s Though to be a Bug, atração 3D – essa é demais e precisa de FastPass. Tem filas enormes! É o brinquedo do Vida de Inseto, e nele a gente “vira” um deles – é divertido, criançada morre de rir. Imperdível.

francisco-inseto, pronto pro it's tough to be a bug

francisco-inseto, pronto pro it’s tough to be a bug

Depois desse ainda tínhamos algum tempo até o safari, a atração mais esperada pelo pequeno aqui. Então fomos ao pequeno zoológico que tem próximo, o Pangani Forest Exploration Trail – e foi bem bacana. Dá pra ver vários bichos de perto, perto mesmo – até uns gorilas inacreditáveis de tão grandes (eu nunca tinha visto um, com licença), macacos, peixes e outros animais.

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“não ponha a mão no vidro, francisco!” – AHAM SEI.

14:35 e finalmente era o horário do nosso Kilimajaro Safaris – aí sim: zebra, leões (!), girafas fazendo xixi (nunca tinha visto uma), hipopótamos, rinocerantes passeando DO LADO do carro e muitos outros bichos. O Francisco adorou, eu e o vovô também – impossível sair de lá sem se surpreender e aprender um bocado sobre a vida selvagem.

a pose do rapaz, pode? e uma girafinha bem feliz lá atrás.

a pose e a girafa, lá atrás

Por fim, o Francisco ainda não tinha altura, mais uma vez, para o Primeval Whril (mínimo 122 centímetros), Expedition Everest (112 centímetros) e nem para o Dinousaur, atração que parecia bem legal para os pequenos – esse tinha que ter 102 centímetros no mínimo. A gente ainda poderia ir no Kali River Rapids, que é no rio, com bóia e tal – esse o mínimo é de 95 centímetros. Mas a gente passou na frente e a fila estava desanimadora, enorme. Até tentei usar nosso FastPass de crédito, mas não havia mais horário disponível. Tá aí, mais uma vez: com antecedência dá pra reservar tudo e garantir lugar nesses mais disputados. Acabamos perdendo, fica para uma próxima.

kilimanjaro safari, o preferido do francisco.

kilimanjaro safaris, a atração preferida do francisco

Perto das 18 horas já estávamos indo embora do parque, exaustos, mas bem felizes. Mais um parque que deu para aproveitar muito. Mais uma boa noite de descanso que o próximo dia – na teoria – seria o último, com mais uma visita ao Magic Kingdom. E esse eu conto amanhã. 😉