especial viagem à disney – dia 3, hollywood studios

Tá aí meu parque preferido de todos: Hollywood Studios. Desde sempre – foi só eu entrar nele na sexta-feira, nosso terceiro dia de viagem, pra vir toda aquela nostalgia e saudade dos tempos em que eu era criança e vinha para cá. O Hollywood Studios tem aquela cara de cinema, de cenário antigo, é a coisa mais bonita. Mas não o melhor parque para os bem pequenos não – são poucos os brinquedos em eles podem ir. Ainda assim, valeu, valeu muito.

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Dessa vez fui mais esperta: fiz um planejamento prévio – quer dizer, não tão prévio, mas prévio-noite-anterior, junto ao concierge do hotel. Aliás, essa é uma coisa bacana aqui: pessoal ajuda mesmo e está na maioria das vezes feliz em fazê-lo. Foi ele quem me alertou, aliás, que o parque poderia não ter muitas atrações para o Francisco, e me deu as dicas de quais nós não poderíamos perder. Então reservamos os FastPass das top 3, imprimimos e pronto, fui com eles prontos em mãos – o único que não conseguimos foi o FastPass do mais importante e divertido de todos para os fãs de Toy Story: o Toy Story Mania, atração 3D super interativa. Essa é imperdível – e mesmo com nossa pequena antecedência, não deu pra reservar – já estavam esgotados. O jeito seria encarar a fila.

orgulho de mim mesma: dicas do parque, mapa, fastpass e tudo pronto, até a reserva do café da manhã. tô aprendendo, gente!

orgulho de mim mesma: dicas do parque, mapa, fastpass e tudo pronto, até a reserva do café da manhã. tô aprendendo, gente!

Então fomos cedo ao parque – primeiro, uma parada no Cape May Café, que fica dentro do Beach Club Resort, outro hotel da Disney. É perto do Hollywood Studios, e lá tem aquele café da manhã com os personagens, coisa que a criançada adora. Fomos de carro e 9 da manhã estávamos lá – tem que fazer reserva antes, sem falta. Foi uma delícia, mais um café da manhã colossal, cheio de visitas divertidas à mesa: o Pato Donald, o Pateta e a Minnie vieram nos cumprimentar. Francisco fez uma manha feia no início – chorou, não quis tirar foto, fez birra. Mas passou – e logo ficou feliz da vida em conhecer seus personagens favoritos.

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passada a birra inicial, francisco ficou feliz da vida em conhecer os personagens. e o vovô também!

Terminado o café da manhã, partimos para o Hollywood Studios. Já senti o coração bater mais rápido logo na entrada, coisa linda. Nosso primeiro FastPass era o show 3D do Muppets, muito engraçado, outro que me lembrou demais a época de pequena (quanta nostalgia, socorro). Depois dele fomos à fila do Toy Story: 50 minutos de espera. Mas valeu, valeu muito. A própria fila é divertida, cheia de brinquedos gigantes, aqueles mesmos dos filmes. O brinquedo em si então, nem se fala.

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francisco pronto pro toy story mania, de óculos 3D e tudo!

Depois do brinquedo mais esperado, mais dois, ambos musicais, no palco: Disney Junior (divertido pra criançada que curte o Mickey Mouse Club) e o Beauty and The Beast – esse eu achei lindo, mas o Francisco não muito, viu? De resto, só passeios pelo parque – lanches (alô 5 quilos a mais), lojinhas, personagens, shows nas ruas. Os brinquedos top vão ter que ficar pra uma próxima vez, mais uma vez – Francisco ainda não tem altura suficiente (e nem coragem ou idade) para eles: Rock’n’Roller Coaster, Tower of Terror e Star Tours, o passeio do Star Treck. Todos legais demais, mas para os grandes.

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“ai mãe, mais um musical?” – mas depois ele se divertiu, eu juro!

Ainda assim, eu digo: vale levar os pequenos sim. Foi muito divertido. A gente voltou cedo pra casa, perto das 5 da tarde – a gente até queria ficar até o Fantasmic, o show de fogos e luzes do Hollywood Studios. Mas não dava, cansaço demais – mais uma vez, com criança pequena não dá. Talvez se tivéssemos ido mais tarde. Aliás, tá aí uma recomendação que eu faria: com os pequenos, vale ir ao Hollywood Studios mais tarde, para aproveitar os poucos brinquedos que eles têm acesso e também o show final.

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No final, voltamos cedo, tomamos e banho e saímos jantar em um restaurante italiano no centro da cidade, o Maggiano’s Little Italy – lugar delicioso! Um tanto quanto fino, mas com cardápio para crianças, ambiente gostoso, comida e vinhos impecáveis. Altamente recomendado pelo trio aqui. 🙂

especial viagem à disney – dia 2, magic kingdom

Queria ter contado ontem mesmo do primeiro dia de parque aqui, mas o cansaço não permitiu. Eram 10 da noite e a gente já estava na cama, capotados, os três – Francisco, vovô e eu. É que o dia começou cedinho – mas não muito. Não como o povo todo que vem à Disney – impressionante, mas pessoal aqui 7 e meia já está à espera da abertura do parque. O nosso cedo foi 8:30, hora em que chegamos ao café da manhã, aqui dentro do hotel. Tem que fazer reserva, tão disputado é – mas valeu. The Mara é o nome do restaurante – delicioso, buffet daqueles americanões mesmo, com direito a todas calorias que existem.

overdose de mickey parte 1 - até o waffle do café-da-manhã tem a cara dele

overdose de mickey parte 1 – até o waffle do café-da-manhã tem a cara dele

Devidamente empanturrados do café da manhã, seguimos de ônibus até o Magic Kingdom. O ônibus é aquele do complexo Disney mesmo, que percorre os parques e hotéis- mesmo tendo alugado um carro, é aqui dentro andar nesses ônibus, especialmente se for até o Magic Kingdom. Poupa uma caminhada gigantesca + um barco até a entrada do parque, que é como acontece pra quem para no estacionamento. O ônibus para pertinho – e eu garanto, qualquer esforço poupado vale. Lá dentro do parque é SÓ caminhada, então é bom ir descansado.

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só felicidade na espera do ônibus para o magic kingdom 🙂

Agora olha, a melhor coisa que inventaram aqui na Disney nesses últimos tempos foi o tal FastPass. É um jeito de furar a fila com classe e dignidade, basicamente. Mas exige planejamento, acima de tudo. Cada pessoa tem direito a três: ou seja, você pode escolher 3 brinquedos e marcar o horário que gostaria de ir neles, e aí entrar direto. Quer dizer, tem que ver quais horários têm disponíveis – às vezes não são muitos.

Um tempo atrás já existia o FastPass, mas você tinha que escolher o brinquedo, ir até ele, pegar um ticket e voltar depois – agora dá pra fazer tudo antes, em quiosques espalhados pelos parques, ou até online. Pra quem consegue se planejar direitinho com bastante antecedência, é uma mão na roda. Eu sou péssima nisso, então deixei tudo pra última hora, como sempre – mas ainda assim deu certo, ufa. Assim que chegamos no parque fomos direto a um guichê do FastPass, e com nossa pulseirinha reservamos o que queríamos (é uma tecnologia louca, fico super admirada toda vez, já disse) – Haunted Mansion, a mansão assombrada, o passeio do Peter Pan e a Splash Mountain.

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francisco e vovô atentos num showzinho do castelo

A mansão assombrada foi a que mais valeu – a fila passava dos 60 minutos quando chegamos com nosso direito de furadores de fila. Depois o Peter Pan também – quase 4o minutos de espera pra quem não tinha FastPass, mas que brinquedinho mais chato e superestimado, viu? Não entendi o porquê de tanta gente, de tanta recomendação. E acho que nem o Francisco – ele não deu muita bola, não. Saiu meio blasé de lá.

A Splash Mouitain foi uma decepção total – mas só porque a mamãe aqui não se informou antes, para variar. Tem que ter no mínimo 102 centímetros de altura pra ir nesse e em quase todos os outros brinquedos divertidos – e o Francisco com seus 99 centímetros teve que ficar de fora deles. E eu junto, humpf. A sorte é que dá pra trocar o FastPass – então se você desistir de algum ou ver que dá pra encarar a fila e salvar um crédito, só ir lá e mudar. No fim a gente mudou o nosso para a Barnstormer, a montanha russa do Pateta. Melhor coisa! É uma miniatura de montanha russa, mas é divertida demais para os pequenos, e a partir de 89 centímetros tá liberada. Francisco amou de paixão e saiu querendo entrar de volta. Mas a fila passava dos 60 minutos, e uma vez usado o FastPass, tá usado.

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overdose de mickey parte 2 – no boné, no adesivo, no sorvete

A gente encarou na raça as filas de outros brinquedos, como o do Buzz Lightyear e o Mickey’s Philharmagic (esse último valeu demais, é um filminho 3D divertido!), mas não teve coragem de encarar a fila dos Piratas do Caribe e do Jungle Cruise. Estavam enormes. Como viemos com passe de 4 dias, vamos deixar para voltar na segunda-feira e pular o Epcot Center. O Magic Kingdom é sem dúvida o parque mais divertido pra crianças pequenas como o Francisco, mas é cansativo demais ir em tudo em um só dia. Eu tinha mesmo lido essa dica – e olha, estou totalmente de acordo. Chegamos no parque perto das 10 e voltamos para o hotel às 17, exaustos. Na segunda-feira agora vamos perto das 17 e ficamos até o parque fechar, para ver os fogos de artifício e a clássica parada dos personagens. E olha só, até me planejei dessa vez: já reservei inlclusive os FastPass dos brinquedos que nos faltavam – aí sim! 🙂

 

 

especial viagem à disney – dia 1, a chegada

Chegamos. Não é que a viagem foi super tranquila? Olha, eu tenho um histórico de viagens nada tranquilas com o Francisco, por isso meu espanto. Assim: até um ano de idade, é batata viajar com crianças. O problema é do 1 aos 3, na minha opinião – essa fase é dura. Nas nossas últimas eu me desdobrei em noites em claro no avião, e esperava que essa aqui fosse igual. Mas nada – rapaz se comportou lindamente. Não dormiu de cara, mas ‘leu’, viu filme, jantou e acordou feliz da vida com o susto da aterrissagem (nem eu acreditei). Não quero cantar vitória antes do tempo, mas algo me diz que o garoto cresceu e aprendeu a viajar (torcemos pela volta).

Agora uma coisa: a gente veio naquele vôo ‘direto’ Curitiba – Miami, que sinceramente, na minha opinião, é uma bela cilada. O embarque das 21:15 atrasou um bocado, e é difícil ir até Porto Alegre, descer por uma hora e meia, e voltar a embarcar perto da 1 da manhã. Não há quem aguente. Continuo adepta à parada em Guarulhos, menos cansativa, sem brincadeira. Mas tudo bem, valeu a experiência.

no avião, leiturinha :)

no avião, leiturinha 🙂

 

Depois de chegar em Miami, mais uma escala: Orlando. Outro vôo que atrasou um bocado – era pra sair 12:35 e saiu às 13:30 – e detalhe, a gente esperou por todo esse tempo dentro do avião, parado. Um calor, uma chatice, um meu deus nos acuda, mas deu certo. Francisco brincou com seus livros (depois conto quais), jogou no ipad, cochilou, comeu pipoca e ufa, passou rapidinho.

já aceitei que teremos uma semana de junk food. começamos assim hoje, a mãe aqui junto.

já aceitei que teremos uma semana de junk food. começamos assim hoje, a mãe aqui junto.

Aí a chegada aqui em Orlando. Tudo lindo, até eu escrever errado o endereço do hotel no GPS (sim, quando se trata de mim até isso é possível) e a gente ir parar do OUTRO lado da cidade. A chegada no hotel que era prevista para as 15 horas foi às 17. Mas ainda assim, o bom-humor permaneceu firme em todos os envolvidos, mamãe aqui (porém menor), vovô e surpreendentemente até Francisco.

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#chatiado em plena disney

A verdade é que tudo compensou quando entramos no hotel. Não me canso de repetir: que estrutura essa Disney, hein gente? Meio caipira da minha parte, mas é verdade. Impressionante. Escolhemos o Animal Kingdon Resort (depois eu conto porquê), e até agora só coisa boa. A recepção do pessoal, o quarto (estamos dividindo um só, eu, vovô e Francisco), a comida, a estrutura, a diversão – a gente abre a janela do quarto e voi-lá, tem uma girafa passeando na frente do teu nariz. Dali a pouco a gente vai fechar a cortina e tem uma zebra jantando ali do lado. Dez minutos depois, passa uma avestruz correndo. Tudo de verdade, tudo lindo, tudo inacreditável. A Disney faz essas coisas com a gente, é impressionante.

dez minutos depois do drama da foto anterior, olha lá o rapaz. :)

dez minutos depois do drama da foto anterior, olha lá o rapaz. 🙂

Hoje nosso dia foi isso: chegada atrasada porém feliz, mergulho na piscina (não sem drama, vide foto lá em cima), jantarzinho e dormir cedo, que amanhã começa. Magic Kingdom, que tem alguém aqui ansioso pra conhecer a casa do Mickey. Então boa noite e boa sorte pra gente – e amanhã eu conto mais.