revista – YOYO

Eu vi sobre a revista YoYo pela primeira vez no site ItMãe, mês passado, e fiquei curiosa. Uma revista com atividades, historinhas, quadrinhos, música e mais para a criançada – a ideia não é sensacional? Lembro que quando eu era criança curtia demais aqueles almanaques – os meus eram mais simples, da Turma da Mônica mesmo. Edições especiais das férias, eles vinham grandões, com várias atividades. Eu esperava ansiosa pelo dia em que chegavam às bancas. 

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Por isso não resisti à ideia da revista infantil e logo encomendei no site. E olha, de fato é bem bacana. Tem muita coisa legal. A indicação é de 4 a 7 anos – mas lógico, pode ser pra crianças menores e pra crianças maiores também. A indicação é só uma sugestão, como fazem as editoras – cabe aos pais decidir se seus filhos vão ou não curtir, entender, aproveitar. Da nossa experiência: pro Francisco ainda não deu. Quer dizer, ele folheou, curtiu e aproveitou especialmente as atividades. Fui eu que aproveitei o resto.

As atividades são divertidas – e dá pra evitar cortar e rabiscar a revista baixando no site algumas delas. Eu e o Francisco fomos na raça mesmo, cortamos e pintamos a revista – afinal, a ideia era brincar como num almanaque. Essa aqui foi nossa preferida, recortar pedacinhos de obras de arte e colar na cabeça da Marilyn. A obra do Francisco ficou assim (à esquerda):

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Fora as atividades, tem fotos (para a criança dizer o que vê e dar nome), dicas de música, poesia e até receita de pizza (tô prometendo pro Francisco que vou fazer com ele esse final de semana).  Um monte de coisa divertida, especialmente para as crianças um pouco mais velhas.

Só uma coisa: é bem carinha, viu? Quer dizer, dá pra ver claramente que o material é de qualidade e que é feita com muito carinho. E bem, a gente sabe o quanto não é barato editar uma coisa dessas no Brasil. Mas custa R$ 39,90 uma só edição (mas com frete incluso, para todo o Brasil). É o preço de um bom livro. Vale pensar o que a criançada vai curtir e aproveitar mais.

Para comprar: está à venda na Japonique (foi por lá que eu encomendei, chegou super rápido), ou dá para assinar entrando em contato pelo email queroyoyo@yoyozine.com.br.  E a gente aguarda a segunda edição!

cinema: O Menino e o Mundo

Sábado fui com o Francisco ao cinema. A gente foi ver O Menino e o Mundo, filme de animação brasileiro – eu tava curiosa demais para ver, já havia lido algumas coisas legais sobre ele. O filme conta a história de um garotinho que sai em busca do pai – foi o que me deixou curiosa no início. Achei que a história podia ser bonita – e adivinha? É mais bonita do que pensava, e o filme é realmente lindo demais!

São 80 minutos de filme, sem fala alguma – só sons, muitos (a trilha é sensacional, do Emicida) e cores de tirar o fôlego. Tudo ali é bem minimalista – o menino é de palito, um rosto redondo com dois risquinhos no lugar dos olhos. E em volta dele, cores sensacionais, rabiscos lindos. De carona com um catador de lixo, o menino sai em busca do pai que abandonou o campo em busca de trabalho – e junto com o novo amigo conhece cidades, lugares absurdos, seres imaginários (ou não). Tudo sob o ponto de vista dele, do menino: as máquinas que cortam árvores são monstros, os guindastes, dinossauros, o trilho do trem uma psicodélica montanha russa.

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O filme carrega diversas mensagens e metáforas – o menino se supreende com o mundo lá fora, se assusta com o que vê. Tudo isso mostrado com toda essa cor, barulho, música boa e colagens – que foi o que manteve a atenção do Francisco, inacreditavelmente, o filme todo. Ele sentou na ponta da cadeira, pacote de pipoca na mão, e observou atento. Vez ou outra remexia com a música ou virava pra mim: “mãe, olha isso!” – “mãe, o que é aquilo?”. Até no final, em que o ritmo diminui e é até triste (eu até chorei, pode?) ele continuou atento. E saiu do cinema me dizendo: “gostei, posso ver de novo amanhã?”.

Mais informações sobre o filme no site da Filme de Papel, e  o trailer (escolhi esse que é o meu preferido) aqui embaixo. Vê rapidinho e corre pro cinema, porque vale!

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sorteio! – o que tem dentro da sua fralda

O Francisco levou tempo para desfraldar de vez – foram idas e vindas, muitas delas. Pra ser honesta, ele só saiu da fralda mesmo – de dia e de noite – esse ano. Pois é – mas não adianta, cada criança tem seu tempo e é essencial respeitar isso. Foi o que aprendi justamente depois de todas essas idas e vindas. É bom observar, respeitar e também incentivar. E aí vale tudo: vale conversa, vale desenho a respeito, vale livros que incentivem o desfralde. Já falei de alguns aqui no blog – mas o nosso preferido sempre foi o O que tem dentro de sua fralda?, de Guido Van Genechten.

O livro andou um bom tempo esgotado – eu inclusive já respondi alguns emails de gente me perguntando dele, em busca de uma cópia. A boa notícia é que chegou uma nova leva de livros na editora, a Brinque-Book, e logo eles estarão disponíveis novamente em todas as livrarias do Brasil.

Agora quer uma notícia ainda melhor? A Brinque-Book cedeu uma cópia para eu presentear entre os leitores aqui do blog!

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Então assim: quer participar? É bem simples: basta deixar um comentário aqui nesse post, e na quarta-feira, dia 22 de janeiro, ao meio-dia, eu vou sortear um nome. Aí é só ficar ligado na página do facebook  que eu divulgo o ganhador ou ganhadora!

Boa sorte! 🙂