oi! meu nome é daisy e aqui eu compartilho minhas aventuras literárias (e mais), com meus filhos francisco, de 7 anos, e vinícius, de 1 ano. seja bem-vindo! Leia mais



25 abr 2016

O Pequeno Príncipe (minhas duas edições preferidas do clássico)

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Clássicos, Destaques, Literatura Universal, Livros, Posts Especiais

Faz uns dias já que venho recebendo diariamente um anúncio de uma editora vendendo uma tal edição “de luxo” de O Pequeno Príncipe por “apenas” 59 reais. E como eu sou metida, eu digo uma coisa pra vocês: não caiam nessa não. O Pequeno Príncipe é uma obra linda, clássica, importante demais na biblioteca de qualquer adulto ou criança – mas é uma obra de domínio público, e por isso, com tantas edições diferentes disponíveis no mercado: algumas ótimas, muitas fraquinhas que só.

Pois bem, tá certo que é gosto, que se você acha bonito, quem sou eu pra te dizer pra não investir nesse ou naquele livro – mas vamos combinar: fazer uma edição de capa almofadada (?), ilustrações um tanto pobres e ainda por cima com texto simplificado, tacar um “luxo” no título e vender a 60 pila é um tanto quanto injusto.

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Mesmo livro, duas edições: uma simples, outra pop-up.

Temos duas edições diferentes aqui em casa – as duas trazem o mesmo texto (que é integral, sem alterações, como um bom clássico deve ser) e as mesmas ilustrações, que são aquarelas do próprio autor, Antoine de Saint-Éxupery. Uma é brochura, simples; a outra, capa dura, pop-up, edição especial. Mas são duas edições que admiro e recomendo.

A primeira é da Agir, e é uma edição que se repete desde 1952, e segue o modelo da original. É pequena, leve, simples que só – mas quem precisa de frescuras quando se tem um bom texto?! Foi esse O Pequeno Príncipe que li quando era pequena, foi esse o que reli com o Francisco. Agora a melhor parte: dá pra encontrar por aí novinho em folha a partir de 6 reais. Pois é!

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página interna da edição pop-up

A outra, publicada pela Harper-Collins, é pra quem busca algo assim, vamos dizer, mais diferente. É uma edição de capa dura, grandona, grossa que só, daquelas que impressionam mesmo – e por isso, tão especial de dar de presente! O mais legal é que as aquarelas são do autor, o texto é na íntegra, mas as ilustrações pulam (literalmente) aos olhos: é tudo pop-up. É um livro bastante delicado, mas lindo demais. Já foi bastante caro – e ainda é, mas sabendo procurar, dá para encontrar a partir de 48 reais (ou seja, AINDA mais barato que a tal “luxo” que contei pra vocês).

Mas como eu disse, a coisa é muito pessoal. Essas são as duas edições que temos em casa, e que recomendo por experiência própria. Você tem alguma edição especial desse clássico? Então conta pra mim que eu quero mais é conhecer! 😉

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